Mais de cinco séculos de história militar encontram-se nas salas deste museu, ornamentadas com pinturas dos melhores artistas dos finais de XIX, como Columbano e Malhoa. Uma valiosa coleção formada a partir de 1842 pelo Barão de Monte Pedral.
Espaço de ajuda aos alunos da disciplina de História, do 2º ciclo ao Ensino Secundário. Disponibilizamos powerpoints, fichas de trabalho, fichas de avaliação, planificações, notícias, conteúdos, imagens, vídeos, etc...
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Vídeo - Chegar ao Brasil e ver o mundo novo do índio Tupinambá
No século das Descobertas, é grande o fascínio por tudo o que vem do Novo Mundo. Acreditava-se que essas terras eram habitadas por monstros. Mas eis como uma pintura de Grão Vasco revoluciona a antropologia e apresenta o primeiro índio, o senhor do Brasil.
A descoberta já era notícia no reino: Pedro Álvares Cabral tinha achado outra terra que não as Índias de Vasco da Gama. Afastara-se de propósito da rota recém traçada, pois sabia-se que do outro lado do Atlântico existia mais do que mar. A expedição juntava 13 naus que a 22 de abril de 1500, avistaram uma ilha: chamaram-lhe Vera Cruz, o princípio do imenso continente que é o Brasil.
O momento foi registado por Pêro Vaz de Caminha numa carta destinada a D.Manuel I , para informar o rei da exuberância e do exotismo do novo mundo, da fisionomia dos nativos, gente inocente e simples, que “não lhes falece outra cousa para ser toda cristã”.
Esta narrativa de viagem, classificada pela UNESCO como um dos mais importantes documentos da história da humanidade, terá chegado ao conhecimento do mestre pintor de Viseu, Grão Vasco, um ou dois anos depois, exatamente na data em que é iniciado o retábulo da Adoração dos Reis Magos. A obra, encomendada pelo bispo D.Fernando Gonçalves de Miranda é realizada em parceria com outros artistas, provavelmente de origem flamenga.
No centro da composição desta cena bíblica, de forte tradição religiosa, está um outro Baltasar: o rei dos africanos é substituído pelo novo homem, de pele escura, “cabelos corredios”, o exótico índio brasileiro da etnia Tupinambá.
A indumentária mistura-se em brocados europeus e toucado de penas, colares vistosos e manilhas de ouro nos pulsos e nos tornozelos…. da imagem do “bom selvagem” que anda nu no idílico paraíso, restam os pés descalços. A representação traduz uma mensagem evangelizadora, a outra conquista que os portugueses querem fazer no mundo.
Nesta visita ao Museu Grão Vasco, conduzida pela jornalista Paula Moura Pinheiro e pela historiadora de arte, Dalila Rodrigues, podemos conhecer melhor o primeiro índio brasileiro da arte portuguesa.
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Vídeo - Nas trincheiras com Adriano de Sousa Lopes
Esteve nas trincheiras da 1.ª Guerra Mundial ao lado dos soldados portugueses. Registou com grande realismo a Batalha da Flandres em desenhos e águas fortes. É Adriano de Sousa Lopes (1879-1944), pintor contemporâneo, o único Oficial Artista Português.
Em jovem chegou a ser ajudante de farmácia mas foi na pintura que descobriu a receita certa para a sua vida.
Marcado pelo impressionismo e pelo simbolismo, Sousa Lopes transformou-se num pintor versátil e eclético com especial vocação para pintar paisagens.
Em 1917 realiza a sua primeira exposição individual em Lisboa, sendo convidado pelo governo para registar os feitos heróicos dos soldados portugueses na primeira guerra mundial. Sousa Lopes esteve na linha da frente da batalha e foi o primeiro e único oficial artista português. Parte da sua obra encontra-se exposta no Museu Militar, em Lisboa.
terça-feira, 31 de julho de 2018
domingo, 29 de julho de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
sábado, 21 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
quarta-feira, 11 de julho de 2018
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