terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel do Campo Alegre


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Três aspectos do 25 de Abril em Lisboa


domingo, 26 de fevereiro de 2017

sábado, 25 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel da Rua Fernandes Tomás


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel do Campo Alegre


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel da Rua Passos Manuel


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel do Campo Alegre


domingo, 19 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Pormenor do painel da Trindade


sábado, 18 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

História - Powerpoint sobre a Mulher Muçulmana


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Etimologia


O nome Portugal apareceu entre os anos 930 a 950 da Era Cristã, sendo no final do século X que começou a ser usado com mais frequência. O Rei Fernando I de Leão e Castela, chamado o Magno, denominou oficialmente o território de Portugal, quando em 1067 o deu ao seu filho D. Garcia, que se intitulou rei do mesmo nome. No século V, durante o reinado dos Suevos, Idácio de Chaves já escrevia sobre um local chamado Portucale, para onde fugiu Requiário:

Rechiarius ad locum qui Portucale appellatur, profugus regi Theudorico captivus adducitur: quo in custodiam redacto, caeteris qui de priore certamine superfuerant, tradentibus se Suevis, aliquantis nihilominus interfectis, regnum destructum et finitum est Suevorum (Requiário fugitivo ao lugar ao qual chamam Portucale, foi levado como prisioneiro ao rei Teodorico. Foi posto sob custódia, enquanto o resto dos suevos sobreviventes à anterior batalha renderam-se — apesar de alguns terem morrido —; desta maneira o reino dos Suevos foi extinto.)

Cale, a atual Vila Nova de Gaia, já era conhecida por Portucale no tempo dos godos. Num diploma de 841, surge por incidente, a primeira menção da província portugalense. Afonso II das Astúrias, ampliando a jurisdição espiritual do Bispo de Lugo, diz:

Totius galleciae, seu Portugalensi Provintiae summun suscipiat Praesulatum. (Que ele tome o governo supremo de toda a província da Galiza e de Portugal.)

Há quem afirme que Portugal teria derivado de Portogatelo, nome dado por um chefe oriundo da Grécia chamado Catelo, ao desembarcar e se estabelecer junto do atual Porto. A primeira vez que o nome de Portugal aparece como elemento de raiz heráldica, é numa carta de doação da Igreja de São Bartolomeu de Campelo por D. Afonso Henriques em 1129.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

História - Powerpoint sobre a Segunda Guerra Mundial


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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Primeiros povos


A pré-história de Portugal é partilhada com a do resto da Península Ibérica. Os vestígios humanos modernos mais antigos conhecidos são de homens de Cro-Magnon com "traços" de Neanderthal, com 24 500 anos e que são interpretados como indicadores de extensas populações mestiças entre as duas espécies. São também os vestígios mais recentes de seres com caraterísticas de Neandertal que se conhece, provavelmente os últimos da sua espécie Há cerca de 5500 a.C., surge uma cultura mesolítica. Durante o Neolítico a região foi ocupada por pré-celtas e celtas, dando origem a povos como os galaicos, lusitanos e cinetes, e visitada por fenícios e cartagineses. Os romanos incorporaram-na no seu Império como Lusitânia (centro e sul de Portugal), após vencida a resistência onde se destacou Viriato.

No século III, foi criada a Galécia, a norte do Douro, a partir da Tarraconense, abrangendo o norte de Portugal. A romanização marcou a cultura, em especial a língua latina, que foi a base do desenvolvimento da língua portuguesa.

Com o enfraquecimento do império romano, a partir de 409, o território é ocupado por povos germânicos como vândalos na Bética, alanos que fixaram-se na Lusitânia e suevos na Galécia. Em 415 os visigodos entram na Península a pedido dos romanos para expulsar os invasores. Vândalos e alanos deslocam-se para o norte de África. Os suevos e visigodos fundam os primeiros reinos cristãos. Em 711 o território é conquistado pelos mouros que aí estabeleceram o Al-Andalus. Os cristãos recolhem-se para norte, acantonados no Reino das Astúrias. Em 868, durante a Reconquista, foi formado o Condado Portucalense.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

História - Powerpoint sobre o Estado Novo


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Formação e consolidação do reino


Muito antes de Portugal conseguir a sua independência, já tinha havido algumas tentativas de alcançar uma autonomia mais alargada e até a independência foi tentada por parte dos condes que governavam as terras do Condado da Galiza e de Portucale (com destaque para Nuno Mendes). Para anular as tentativas de independência da nobreza local em relação ao domínio leonês, o Rei Afonso VI entregou o governo do Condado da Galiza (que nessa altura incluía as terras de Portucale) ao Conde Raimundo de Borgonha, seu genro. Após muitos fracassos militares de D. Raimundo contra os mouros, Afonso VI decidiu entregar em 1096 ao primo deste, o Conde D. Henrique, também ele genro do rei, o governo das terras mais a sul do Condado da Galiza, (re)fundando assim o Condado Portucalense.

Com o governo do Conde D. Henrique, o Condado Portucalense conheceu não só uma política militar mais eficaz na luta contra os mouros, como também uma política independentista mais ativa. Só após a sua morte, quando o seu filho D. Afonso Henriques subiu ao poder, Portugal conseguiu a sua independência com a assinatura em 1143 do Tratado de Zamora, ao mesmo tempo que conquistou localidades importantes como Santarém, Lisboa, Palmela (que foi abandonada pelos mouros após a conquista de Lisboa) e Évora, esta conquistada por Geraldo Sem Pavor aos mouros.

Terminada a Reconquista do território português em 1249, a independência do novo reino viria a ser posta em causa várias vezes por Castela. Primeiro, na sequência da crise de sucessão de D. Fernando I, que culminou na Batalha de Aljubarrota, em 1385.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

História - Resumo sobre a Igreja Católica e outras Doutrinas Religiosas


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Os descobrimentos e a Dinastia Filipina


Com o fim da guerra, Portugal deu início ao processo de exploração e expansão conhecido por Descobrimentos. As figuras mais importantes foram o infante D. Henrique, o Navegador, e o Rei D. João II. Ceuta foi conquistada em 1415. O cabo Bojador foi dobrado por Gil Eanes em 1434 e a exploração da costa africana prosseguiu até que Bartolomeu Dias, já em 1488, comprovou a comunicação entre os oceanos Atlântico e Índico ao dobrar o cabo da Boa Esperança. Em rápida sucessão, descobriram-se rotas e terras na América do Norte, na América do Sul, e no Oriente, na sua maioria durante o reinado de D. Manuel I, o Venturoso. Foi a expansão no Oriente, sobretudo graças às conquistas de Afonso de Albuquerque que, durante a primeira metade do século XVI, concentrou quase todos os esforços dos portugueses, muito embora já em 1530 D. João III tivesse iniciado a colonização do Brasil.

O país teve o seu século de ouro durante este período. Porém, na batalha de Alcácer-Quibir (1578), o jovem rei D. Sebastião e parte da nobreza portuguesa pereceram. Sobe ao trono o Rei-Cardeal D. Henrique, que morre dois anos depois, abrindo a crise de sucessão de 1580: esta resolve-se com a chamada monarquia dualista, em que Portugal e Espanha mantendo coroas separadas eram regidas pelo mesmo rei, também chamada União Ibérica, com a subida ao trono português de Filipe II de Espanha, o primeiro de três reis espanhóis (Dinastia Filipina). Privado de uma política externa independente e envolvido na guerra travada por Espanha com os Países Baixos, Portugal sofreu grandes reveses no império, resultando na perda do monopólio do comércio no Índico.

Esse domínio foi terminado a 1 de dezembro de 1640 pela nobreza nacional que, após ter vencido a guarda real num repentino golpe de estado, depôs a duquesa governadora de Portugal, coroando D. João IV como Rei de Portugal.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

História - Resumo sobre o retrato da mulher durante o Estado Novo


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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Restauração, absolutismo e liberalismo


Após o golpe de estado que restauraria a independência portuguesa a 1 de dezembro de 1640, seguiu-se uma guerra com Espanha que terminaria apenas em 1668, com a assinatura de um tratado de paz em que Espanha reconhecia em definitivo a restauração de Portugal.

O final do século XVII e a primeira metade do século XVIII assistiram ao florescimento da exploração mineira do Brasil, onde se descobriram ouro e pedras preciosas que fizeram da corte de D. João V uma das mais opulentas da Europa. Estas riquezas serviam frequentemente para pagar produtos importados, maioritariamente de Inglaterra (por exemplo: quase não existia indústria têxtil no reino e todos os tecidos eram importados de Inglaterra).

O comércio externo baseava-se na indústria do vinho e o desenvolvimento económico do reino foi impulsionado, já no reinado de D. José, pelos esforços do Marquês de Pombal, ministro entre 1750 e 1777, para inverter a situação com grandes reformas mercantilistas. Foi neste reinado que um violento sismo devastou Lisboa e o Algarve, a 1 de novembro de 1755.

Por manter a aliança com a Inglaterra e recusar-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal foi invadido pelos exércitos napoleónicos, por três vezes, a primeira em 1807. A Corte e a família real portuguesa refugiaram-se no Brasil e a capital deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde permaneceriam até 1821, quando D. João VI, desde 1816 rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, regressou a Lisboa para jurar a primeira Constituição. No ano seguinte, o seu filho D. Pedro IV — conhecido no Brasil como D. Pedro I — era proclamado imperador do Brasil.

Portugal viveu, no restante século XIX, períodos de enorme perturbação política e social (a guerra civil e repetidas revoltas e pronunciamentos militares, como a Revolução de Setembro, a Maria da Fonte, a Patuleia, Belenzada) e só com o Acto Adicional à Carta, de 1852, foi possível a acalmia política e o início da política de fomento protagonizada no período da Regeneração, do qual foi figura de proa Fontes Pereira de Melo.

No final do século XIX, as ambições coloniais portuguesas chocam com as inglesas, o que está na origem do Ultimato de 1890.[41] A cedência às exigências britânicas e os cada vez mais comuns problemas e escândalos económicos lançam a monarquia num descrédito crescente, e D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe são assassinados em 1 de fevereiro de 1908. A monarquia ainda esteve no poder durante mais dois anos, chefiada por D. Manuel II, mas viria a ser abolida em 5 de outubro de 1910, implantando-se a República.

História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 19h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 19h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 17h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 17h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 16h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 15h00 - Largo do Carmo


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 14h00 - Calçada da Ajuda


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 12h00 - Praça do Município


domingo, 5 de fevereiro de 2017

História e Geografia de Portugal - Powerpoint sobre Salazar


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sábado, 4 de fevereiro de 2017

República, Estado Novo e democracia


A República é pouco depois instaurada, a 5 de outubro de 1910 e o jovem rei D. Manuel II parte para o exílio em Inglaterra. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, homicídios políticos e crises financeiras (problemas que a participação na Primeira Guerra Mundial contribuiu para aprofundar), o Exército tomou o poder, em 1926. O regime militar nomeou ministro das Finanças António de Oliveira Salazar (1928), professor da Universidade de Coimbra, que pouco depois foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (1932).

Ao mesmo tempo que restaurou as finanças, instituiu o Estado Novo, regime autoritário de corporativismo de Estado, com partido único e sindicatos estatais, com afinidades bem marcadas com o fascismo pelo menos até 1945. Em 1968, afastado do poder por doença, sucedeu-lhe Marcelo Caetano.

A recusa do regime em descolonizar as províncias ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné-Bissau (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 de abril de 1974 desencadearam um golpe de estado, conhecido como a Revolução dos Cravos.

A este sucedeu-se um período de confronto político muito aceso entre forças sociais e políticas, designado como Processo Revolucionário em Curso (PREC), com especial ênfase durante o Verão de 1975, a que se chamou Verão Quente, no qual o país esteve prestes a entrar em guerra civil. Foram feitos ataques às sedes de partidos de esquerda como o PCP. Neste período, Portugal concede a independência a todas as suas antigas colónias em África.

A 25 de novembro de 1975 diversos setores da esquerda radical (essencialmente pára-quedistas e polícia militar na Região Militar de Lisboa), provocados pelas notícias, levam a cabo uma tentativa de golpe de estado, que no entanto não tem nenhuma liderança clara. O Grupo dos Nove reage pondo em prática um plano militar de resposta, liderado por António Ramalho Eanes. Este triunfa e no ano seguinte consolida-se a democracia. O próprio Ramalho Eanes é no ano seguinte o primeiro Presidente da República eleito por sufrágio universal. Aprova-se uma Constituição democrática e estabelecem-se os poderes políticos locais (autarquias) e governos autónomos regionais nos Açores e Madeira.

Entre as décadas de 1940–60, Portugal foi membro cofundador da NATO (1949), EFTA (1960) e OCDE (1961), saindo da EFTA em 1986, para aderir à então Comunidade Económica Europeia (CEE). Em 1999, Portugal aderiu à Zona Euro, e ainda nesse ano, entregou a soberania de Macau à República Popular da China. Desde a sua adesão à União Europeia, o país presidiu o Conselho Europeu por três vezes, a última das quais em 2007, recebendo a cerimónia de assinatura do Tratado de Lisboa.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 11h45 - Avenida Ribeira das Naus


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 11h30 - Avenida Ribeira das Naus


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 11h15 - Praça do Município


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 11h00 - Praça do Município


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 11h00 - Praça do Município


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 10h45 - Praça do Município


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 10h30 - Rua do Ouro


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974 - 10h30 - Rua do Ouro.


História - Resumo sobre a Europa política e social dos Séculos XVII e XVIII


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 10h30 - Rua do Ouro


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 10h00 - Terreiro do Paço


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 9h30 - Arco da Rua Augusta


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 9h00 - Terreiro do Paço


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 8h30 - Terreiro do Paço


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 8h15 - Terreiro do Paço


História - Fotografias - Lisboa, o dia 25 de Abril de 1974. 8h00 - Cais das Colunas


História - Fotografias - 25 de Abril



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

História - Documento sobre a mulher do renascimento Inglês segundo a escolástica e a tradição medieval


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